O ANO MUDOU, MAS… E VOCÊ?

Tanta expectativa para terminar o ano. Tanta expectativa para que este ano seja melhor!
Ok, o ano mudou, mas… e você?
Sim! Você! Afinal é você que faz as coisas acontecerem na sua vida através das suas escolhas.
O que escutou desde pequeno/a em casa, na escola, nos grupos de amigos, foi ajudando a formar a ideia que você tem a seu respeito. Se as palavras foram de incentivo, elogio e ajuda, ótimo! Assim a sua autoestima está bem e você tem mais êxito na vida. Porém, se sofreu com comentários negativos, antes ou agora, então precisará rever os seus conceitos, porque muito provavelmente, tem mais dificuldades em atingir seus objetivos.

Preste atenção nestas frases:
Não consigo lembrar nada do que aprendo.
Não entendo nada dessa disciplina.
Não consigo, é muito difícil.
Até tentei, mas desisti.
Não sou capaz, me sinto menos que os demais…
Não consigo aprender.
Nunca vou conseguir…
Não tenho tempo…

O cérebro processa essas informações e as armazena como um computador, na memória de longa duração e se transformam nas CRENÇAS LIMITADORAS. Ficam no inconsciente e influenciam as decisões.
São essas crenças que estão no pensamento e dirigem o comportamento.
. Então para que haja mudança, você precisa agir, mudar, repensar, resignificar seus próprios conceitos.
Esta não é uma tarefa fácil de executar sozinho/a, procure ajuda de uma psicóloga e faça este ano SER realmente um ano melhor.

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Comer para quê?

Qual a relação que estabelecemos com os alimentos?

A alimentação deveria cumprir a função básica de alimentar e manter o perfeito funcionamento do organismo. Porém não é isso o que acontece atualmente.

Se voltarmos na história, desde a época das cavernas, o alimento era escasso e muitas vezes dificultoso de se conseguir.

O homem caçava e estocava o alimento, pois não sabia quando obteria mais. Para caçar tinha que andar muito e gastava assim muita energia. Queimava as calorias, por isso não engordava.

As pessoas cujas células armazenavam mais gordura tinham mais chance de sobrevivência. Assim, se fez a seleção natural da espécie.

Hoje tudo mudou. Vemos o alimento como fonte de prazer, status, maneira de descarregar tensões.  Deixamos de comer por ter fome real e passamos a comer por ter fome “emocional”.

Também a maneira de obter os alimentos mudou. É fácil. Nem precisamos mais sair para comprá-lo, é só chamar por telefone ou pela internet.  Não despendemos  energia física. Precisamos somente de dinheiro para pagar a conta.

Porém uma coisa não mudou… a maneira como as células armazenam a gordura.  O alimento ingerido é armazenado sob a forma de gordura e fica lá, esperando ser utilizado.  Mas como isso não acontece, devido ao estilo de vida sedentário, logo chega a hora de outra  refeição e a consequente ingestão  de mais carboidratos, gordura,  e tudo se acumula nas células.

Comer de forma seletiva

1 – Quando quisermos nos alimentar, deveremos primeiro perceber se a fome é real ou emocional.

2 –  Ter horário certo e fracionar as refeições. Comer pouco em intervalos menores de tempo. Assim o organismo sente que não ficará tanto tempo sem alimento e não armazenará tanto.

O ideal é fazer cinco refeições durante o dia: café da manhã, lanche ( fruta ou iogurte), almoço, lanche(fruta ou iogurte), jantar.

3 – A escolha dos alimentos deve ser seletiva. Deveremos nos perguntar qual a real necessidade daquele alimento para nosso organismo.

Um exemplo que aprendi com a minha gatinha,  pode servir para ajudar a entender nosso comportamento.

A gatinha, cada vez que passava em consulta com a veterinária, ganhava um biscoitinho doce próprio para animais.   Ela olhava, cheirava, empurrava com a patinha e não comia, mesmo se estivesse com fome. Esperava chegar em casa para comer sua ração.  Parece que “sabia” que aquilo não lhe acrescentava nada de bom. Esse pode ser chamado de instinto de conservação.

Nós também deveríamos ser assim. Olhar, analisar e somente comer o que for necessário e saudável.

Nós que subestimamos os animais e nos julgamos superiores, perdemos o instinto de conservação?

As nossas escolhas devem ser mais racionais que emocionais. Devemos nos perguntar se aquele alimento que estamos pensando comer e a quantidade escolhida  são realmente necessários.

Podemos substituí-lo por outro?

Podemos comer menor quantidade e ficar satisfeitos, sem sentir fome?

Procure uma nutricionista,  peça ajuda para montar um cardápio que seja adequado ao seu tipo físico e às suas necessidades diárias.

Se a sua fome é emocional, procure uma psicóloga,  descubra as causas e como resolvê-las.

Como você quer chegar à idade avançada?

A qualidade de vida depende de

  • Ter  boa saúde e   poder realizar atividades diárias.
  • Ter boa saúde mental.
  • Ter bom relacionamento com a família e os amigos.
  • Tratar as doenças que por ventura apareçam.
  • Poder manter a independencia dentro de casa.

Comece imediatamente a pensar nesses aspectos e envelheça com saúde e feliz.

Há um velho ditado que diz: o peixe morre pela boca!

Escolha seus alimentos e como quer viver.

Notícias sobre Alzheimer

por Inês Hurtado

Numerosas ações de sensibilização foram realizadas na França para celebrar a 16ª Jornada Mundial contra o Alzheimer, com a preocupação em especial nos acompanhantes dos afetados por esta doença.

Mesas redondas, projeções de filmes, jogos de futebol, concursos de pintura e conferências de informação, entre outras atividades, foram realizadas em todo o país para chamar a atenção sobre a doença.

Este mal que afeta mais de 25 milhões de pessoas em todo o mundo e umas 850 mil nesse país deixa também seqüelas físicas e psicológicas importantes no entorno de quem padece, segundo dados da associação France Alzheimer.

Na França, 70 por cento dos enfermos vivem em seu domicilio e são assistidos por um familiar próximo, por isso, foram homenageados e decidiu-se chamar a atenção do público sobre as condições de vida desses familiares.

O cuidador, como é chamada a pessoa que cuida do doente, tem que acompanhar o doente em todos os momentos, e a responsabilidade e cansaço aumentam , de acordo com a evolução da doença. Geralmente, o doente fica a cargo de um único parente. É uma medida inadequada.

É infinitamente mais difícil, cuidar de um parente que de um estranho. Isso ocorre porque há o envolvimento emocional. O pai ou marido que ficou doente deixa de ser a pessoa que sempre foi, e passa a ser como um estranho, mas que, às vezes, se comporta como o pai ou marido que foi.

Os sentimentos de perda, a tristeza de ver o ente querido transformando-se física e psicologicamente é um fardo muito pesado. O sofrimento, por saber que não há cura e que a doença é degenerativa e pouco ou quase nada se pode fazer, causa um sentimento de impotência e desesperança.

Deve ser feito um trabalho de revezamento, onde o cuidador tenha tempo para descansar e cuidar de seus próprios interesses.

As pessoas que cuidam de doentes se cansam e estressam, passam a gritar com o doente, ter raiva da situação e acabam ficando doentes.

Quando não há com quem revezar, o ideal é colocar o paciente em uma casa de repouso, onde existam pessoas habilitadas para cuidá-lo.

Dias atrás, investigadores de Grã-Bretanha e França identificaram três novos genes cuja atividade aumenta o risco de desenvolver este mal. Dois deles, denominados clusterina (o CLU) y PICALM, foram descritos pelos ingleses, e o terceiro, denominado Receptor Complementar 1 (o CR1), pelos franceses. De acordo com os cientistas, se conseguirem neutralizar os efeitos desses genes, se poderia prevenir milhões de casos a cada ano.