Ser bem sucedido(a)

Há poucos dias fiz uma pergunta aos meus amigos e seguidores do face:
O que é necessário para ser bem sucedido na vida?
Dê sua opinião.

Obtive as seguintes respostas.

-Sonhar sonhos possíveis e ter motivação
-Definir seus objetivos estabelecendo datas
-Conhecer-se muito bem
-Respeitar seus valores
-Adquirir conhecimento e preparar-se para o que deseja realizar
-Ser ético(a)
-Ter resiliência, persistência, fé e dedicação
-Ser honesto consigo e com os outros
-Cuidar da saúde física, mental e espiritual.

Fiquei surpresa com o número de respostas obtidas e a frequência com que muitas se repetiam.
Mas, apesar de todos esses indicadores, algumas pessoas não se sentem vitoriosas.
Se você sente que não alcançou o sucesso, venha para psicoterapia e analisaremos juntos quais as Crenças Limitadoras que o (a) impedem de ser vitorioso(a).

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Síndrome de Burnout

A Síndrome de Burnout é uma doença psicológica caracterizada pela manifestação inconsciente do esgotamento emocional. Tal esgotamento ocorre por causa de grandes esforços realizados no trabalho que fazem com que o profissional fique mais agressivo, irritado, desinteressado, desmotivado, frustrado, depressivo, angustiado e que se avalia negativamente.

A pessoa que apresenta tal síndrome, além de manifestar as sensações acima descritas, perde consideravelmente seu nível de rendimento e de responsabilidade para com as pessoas e para com a organização que faz parte. Pode ocorrer em profissionais de diferentes áreas que possuem contato direto com pessoas. Também apresenta manifestações fisiológicas como cansaço, dores musculares, falta de apetite, insônia, frieza, dores de cabeça freqüente e dificuldades respiratórias.

A Síndrome de Burnout pode ser prevenida quando os agentes estressores no trabalho são identificados, modificados ou adaptados à necessidade do profissional, quando se prioriza as tarefas mais importantes no decorrer do dia, quando se estabelece laços pessoais e/ou profissionais dando-os importância, quando os horários diários não são sobrecarregados de tarefas, quando o profissional preocupa-se com sua saúde e quando em momentos de descontração assuntos relacionados ao trabalho não são mencionados.

O tratamento para a doença é variável, pois podem ser iniciados a partir de fitoterápicos, fármacos, intervenções psicossociais, afastamento profissional e readaptações. É importante ressaltar que a Síndrome de Burnout é diferente da depressão, pois a síndrome está diretamente ligada com situações ligadas ao trabalho, enquanto a depressão está ligada a situações pessoais relacionadas com a vida da pessoa.

Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

 

 

Síndrome da Pressa

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A pressa faz parte da rotina de todos que vivem em grandes cidades. Podemos dizer que todos, em algum momento do dia, estão atrasados ou em cima da hora e tem que apressar o passo para realizar as tarefas necessárias. A pressa é direcionada para um momento ou atividade.

A Síndrome da Pressa, por sua vez, é um conjunto de sintomas que caracterizam a doença. As pessoas que sofrem desse transtorno vivem literalmente com pressa 24h por dia.  A ansiedade é contínua e interfere em todos os aspectos da vida dessa pessoa.

Apesar de não ser reconhecida oficialmente pela psiquiatria, a síndrome da pressa é estudada desde 1980. Segundo estudo realizado pelo International Stress Management Association do Brasil (Isma-BR), entidade que estuda os efeitos do estresse, o transtorno já atinge cerca de 30% dos brasileiros. Ele não constitui uma doença, mas uma série de comportamentos que altera significativamente a saúde e a qualidade de vida dos indivíduos.

Características

O transtorno é caracterizado por um conjunto de sinais como tensão, hostilidade, impaciência, ansiedade, valorização da quantidade e desvalorização da qualidade, sono agitado, inadmissão a atrasos, problemas de memorização e interrupção da fala de terceiros.

Geralmente a pessoa que sofre da síndrome da pressa demonstra sua agitação até mesmo no seu modo de andar, falar e escrever: o passo acelerado, a fala atropelada e a escrita abreviada (muito comum em tempos de internet) são marcas típicas do transtorno. “Outro sintoma é a agressividade, pois a pessoa que está sempre com pressa quer que todos sigam o seu ritmo”, aponta a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente do Isma-BR. Quem estiver em outro ritmo pode levar um empurrão ou até ser agredido no trânsito.

A síndrome da pressa apresenta sinais semelhantes ao do estresse em estágio avançado, e é comumente confundida com ele. Porém, os problemas têm origens diferentes. Enquanto o estresse avançado é uma reação física e psicológica a um evento novo, ameaçador ou angustiante, a síndrome da pressa é desencadeada por um padrão de comportamento em que o próprio indivíduo traz o estresse para si – ou seja, na maioria das vezes, ele próprio transforma sua vida nesse corre-corre sem fim, seja para produzir mais e ter mais retorno financeiro, seja para ter mais reconhecimento no trabalho.

Os pesquisadores ainda não sabem se esse transtorno é causado pelo ritmo frenético imposto pela atualidade, ou se é uma característica genética.

Consequências

A pressa constante afeta a qualidade de vida em vários níveis: pessoal, profissional, emocional e físico. Isso porque a pessoa deixa de se dedicar aos relacionamentos e a qualidade do trabalho fica comprometida. Além disso, a ansiedade e a frustração constantes afetam a qualidade do sono e da alimentação, o que pode acarretar uma série de doenças. Depressão, distúrbios gástricos, transtornos alimentares, insônia, dores musculares, fadiga e pressão alta podem ser algumas conseqüências

A pressa é exigida para alguns profissionais como os bombeiros, médicos e demais pessoas que trabalham em serviços de emergência. Os atletas também lutam contra o tempo tentando ficar entre os  melhores.

A Síndrome da Pressa desenvolve o “vício de ter pressa”. A pessoa não sabe mais nem porque está com pressa. Tampouco consegue fazer suas atividades em um ritmo mais pausado.

Convivemos com muitas pessoas que tem essa síndrome e o seu comportamento incomoda e agride os demais, é só observar os impacientes no trânsito que fazem ultrapassagens perigosas sem nenhuma necessidade ou respeito pelo outro. Provocam acidentes e acham que tem a razão.  No trabalho podemos ver aquelas pessoas que querem “tudo pra ontem”, sem se importar com os procedimentos ou tempo real que aquele serviço demanda para ser realizado com qualidade e segurança.

O importante é que as pessoas que tem essa síndrome, procurem ajuda e se tratem para ter melhor qualidade de vida e melhorar o relacionamento com os demais

Medo de falar em público

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1 – Se na hora de:

– apresentar trabalhos na escola

– apresentar trabalhos na faculdade

– expor suas idéias aos colegas de trabalho

– explicar seu ponto de vista ao chefe

– apresentar os resultados de sua equipe de trabalho a todos da empresa

– fazer seminários

– defender uma tese

– dar uma palestra

– ministrar um curso…

2 – Aparecem  alguns  sintomas como:

– rubor nas faces

– suor abundante

– palpitações

– tremores nas pernas e na voz

– lapsos de memória

– gagueira

– preferem faltar  no dia a enfrentar a situação…

3 – Você está entre as pessoas que tem medo de falar em público, ou até podemos substituir  o termo por:  PAVOR DE FALAR EM PÚBLICO.

O estar em evidência  desencadeia  –   ANSIEDADE.

A ansiedade está ligada a importantes fatores como:

Inibição →  gerada pelo  →  Medo de ser julgado por dizer algo incorreto ou que não agrade, que por sua vez advém de  →  Experiências passadas negativas associadas a  →  Baixa autoestima   e →  Pensamentos Negativos  do tipo – “Eu não vou conseguir …”.

4 – Na Psicoterapia, ao reviver os fatos do passado, a pessoa percebe que sofreu ao ouvir  de pessoas que lhe eram importantes,  palavras que a tolheram em sua capacidade de expressão. Muitas vezes ditas sem que essas pessoas percebessem o mal que estavam causando. Exemplos  na família:”Fica quieto que você não entende nada disso, sai e vai brincar. Você só fala besteira”.

Exemplos na escola: Os colegas dizem que a voz da pessoa é de pato, é alta, é irritante, é baixa, é feia, é esquisita, etc… Ou então: “Você não vai apresentar o trabalho do grupo, porque não sabe nem  falar direito, nem explicar!”

São vivências negativas que modificam a percepção que a pessoa tem de si próprio. Ficam no inconsciente e geram pensamentos automáticos negativos do tipo: ” Eu sou incompetente.” “Nunca vou ser capaz.”

É importante ressaltar que elas são negativas, porque foram ditas  por pessoas que, naquele momento, eram de alguma forma importantes para a pessoa que sofreu a crítica negativa. Do contrário, essas críticas cairiam no esquecimento e não influiriam na autoimagem.

Há outro fator que modifica a situação acima. São as características de personalidade e os mecanismos que a pessoa dispõe no momento. Exemplo: Para algumas pessoas, essas críticas negativas se transformam em desafios a vencer.

Procurar ajuda é o primeiro passo a ser dado quando se quer vencer uma dificuldade. É sinal que algo não está bem, incomoda e por isso, deve ser mudado.

É através da psicoterapia que essas vivências negativas se tornam conscientes, são analisadas e reavaliadas  em valor e importância.  Assim mudando o valor a ela atribuído, a crença que antes era tida como verdadeira, deixa de ser.

Na  Terapia Cognitivo-Comportamental , há técnicas que ajudam a interpretar e transpor as barreiras autolimitadoras, ajudando na construção de uma nova autoimagem  e na melhora da autoconfiança.  A pessoa deixa de  “se deixar conduzir”  e passa a conduzir sua vida de uma maneira melhor.

A pessoa  que supera seus bloqueios está apta a receber críticas e analisá-las, extraindo delas lições que a ajudarão a melhorar e crescer cada vez mais.  São pessoas que conhecem seu potencial,  confiantes da sua capacidade de ser feliz e comemorar as suas conquistas.

TB – Transtorno Bipolar e TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção

São transtornos de humor que se manifestam em crianças, adolescentes e adultos, mas nem sempre são identificados prontamente.

Transtorno Bipolarapresenta comportamento instável, que combina momentos de agitação e euforia com longos períodos de prostração e desalento.

Transtorno do Déficit de Atenção – o diagnóstico começa com uma extensa análise clínica do caso por um especialista em TDAH e co-morbidades, quando são analisadas as características cognitivas, comportamentais e emocionais relacionadas à presença ou não da hiperatividade e impulsividade.

A partir daí, a depender das características do caso, o especialista pode solicitar outros testes e exames, desde exames físicos até avaliação cognitiva, neuropsicológica, comportamental e/ou emocional.

Muitas crianças sofrem no período escolar, porque os pais e educadores não sabem que o comportamento inadequado faz parte de uma doença.

Geralmente são as crianças que não se adaptam devido ao seu comportamento agressivo, hiperativo, impulsivo, desatento, instável ou depressivo.

As queixas são por não fazer as coisas até o final, deixar tudo largado e pela metade… É comum tentar explicar a desatenção, hiperatividade, agitação, impulsividade como traços de personalidade, irresponsabilidade ou falta de interesse.

Outros sintomas que podem ser indicadores: diminuição da necessidade de sono, tagarelice, grandiosidade, aumento da distração, agitação e diminuição da crítica.

Segundo a doutora Lee Fu-I médica do Serviço de Psiquiatria Infantil do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, que atende mensalmente cerca de 150 pacientes infantis com transtorno bipolar, 60% dos adultos portadores de TB afirmam ter manifestado a doença já na infância ou na adolescência, passando-se alguns anos e até décadas entre o início da doença e a constatação do diagnóstico.

Na Fase Adulta

Transtorno Bipolar: a pessoa não consegue entender as mudanças de humor que sente. Ela fica insegura, não sabe o que tem nem o que está acontecendo. Pode gerar isolamento, por medo de não conseguir prever o próprio comportamento.

Se acontecer um imprevisto desagradável, ela pode reagir de modo violento ou sentir imensa vontade de fazê-lo. Logo após, pode entrar em depressão e ter comportamentos prejudiciais à sua saúde.

TDAH: pessoas talentosas deixam de desenvolver todas as suas capacidades devido a erros por desatenção. Ações impulsivas levam a conseqüências indesejadas e a agitação mental impede descansar, recuperar as forças, podendo levar à exaustão.

Desatenção, problemas com memória, falta de organização, dificuldades em levar tarefas e projetos até o final… Estas são queixas comuns, na área profissional ou acadêmica.

Tratamento

No caso do TDAH – e de todos os outros transtornos que envolvem o funcionamento cognitivo comportamental e emocional, é necessário um tratamento integrado, dirigido tanto aos déficits de base orgânica quanto aos comportamentais. O quanto se investirá em cada área, por quanto tempo e com qual prioridade varia de acordo com o caso.

A base orgânica do TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção – está relacionada a anomalias no funcionamento das áreas corticais. Entretanto, a manifestação destes déficits biológicos e sua intensidade depende das condições ao redor – o contexto de vida, a organização familiar, o tipo de escola, o ambiente de trabalho, etc. – e também da história pessoal de vida – quais habilidades comportamentais, quais facilidades e dificuldades, entre outras. Há algumas condições ambientais que favorecem o aparecimento das formas mais graves do transtorno.

“O tratamento precoce do Transtorno Bipolar traz uma evolução muito melhor na fase adulta. Você poupa muito sofrimento e a qualidade de vida na fase adulta é muito melhor”, alerta a doutora Lee Fu-I. Para crianças, os medicamentos mais utilizados hoje em dia são os estabilizadores de humor do tipo anti-convulsivantes, sendo que entre eles o lítio é considerado padrão “ouro”, isto é, o mais indicado de todos.

A intervenção medicamentosa é necessária e produz efeitos. Existem melhoras significativas, porém não é fácil reverter o problema completamente. Mas consegue-se fazer a criança funcionar bem melhor nos seus relacionamentos e nas suas metas, capacitando-a para construir o seu percurso de vida.

Juntamente com os remédios, o tratamento deve incluir também atividades de psicoterapia, tanto para o paciente como para os seus familiares. “O psicoterapeuta tem que falar com a família, não apenas com a criança. A família precisa se capacitar para lidar com a criança”, conclui Jonia Lacerda.

Além da psiquiatria e da psicologia, a ação multidisciplinar para tratar a criança e adolescente com transtorno bipolar deve incluir também a pedagogia, para ajudar no desempenho escolar, quase sempre prejudicado em razão da doença.

Sites consultados:

WWW. /diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/

/www.dda-deficitdeatencao.com.br

Livro: Transtorno Bipolar na Infância e Adolescência: aspectos clínicos e comorbidades/   Lee Fu-I, Miguel Angelo Boarati e cols.

TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade

por Simaia Sampaio

Hoje é sabido que a ocorrência de ADD (do inglês: Attention Déficit Disorder) está muitas vezes relacionada a problemas durante a gravidez e parto.

Sua origem é genética e seus portadores apresentam uma taxa menor de dopamina, um neurotransmissor responsável pelo controle motor e atenção, tendo como conseqüência a falta de concentração, característica primordial do hiperativo, e o esquecimento daquilo que lhe é pedido.

HIPERATIVIDADE

Para caracterizar um hiperativo é importante se levar em conta o tempo que a criança começou a apresentar os sintomas. Segundo o DSM IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) os sintomas deverão ser ininterruptos e com duração mínima de seis meses sem limitar-se a apenas uma situação.

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