POR QUE O QUE ERA FÁCIL SE TORNOU DIFÍCIL?

Uma criança sorri para um simples aceno, fica feliz quando recebe um doce ou assiste um desenho.
Como era fácil ser feliz na infância!
A FELICIDADE é um sentimento natural que brota do interior da pessoa, não pode ser comprada, exigida, encomendada ou pedida.
O ser humano, durante o processo evolutivo, desaprende a ser feliz. Esquece que ela surge de dentro para fora e começa a procurá-la fora. Mistura sentimentos, compulsões, crenças; transforma, coisifica. Passa a agir como um robô de controle remoto. Coloca a felicidade como objetivo, quando na verdade é mola propulsora. É a energia positiva que move.
Quem ainda não percebeu, usa o método robô, que move o homem na busca de alcançar objetivos que, ao seu ver, ao serem conquistados trarão a tão desejada felicidade e realização. Nessa busca se depara com obstáculos que desencadeiam vários sentimentos como: ansiedade, baixa autoestima, hostilidade, agressividade, dificuldades de relacionamento. Estes sentimentos dificultam a vida e o sono fica prejudicado com pesadelos. Por fim as doenças psicossomáticas eclodem como forma de alertar a pessoa de que algo não está bem. As neuroses e a depressão vêm e se instalam, causando mais sofrimento.
Como reverter esse processo, sabendo que o ser humano é um eterno insatisfeito à procura do melhor para si próprio?
De acordo com a Pirâmide da Hierarquia de Necessidades de Abraham Maslow, o estado de desequilíbrio de alguma das necessidades é o que move o homem a buscar o que lhe falta. Esse processo é contínuo e saudável, na medida em que estimula o crescimento e amadurecimento.
A grande questão é: Como Ser Feliz.
Se a felicidade é um sentimento, devemos procurá-la dentro de nós. Reconhecê-la a cada passo que damos,a cada degrau que subimos e nas pequenas coisas que estão presentes em cada momento. Valorizar as suas conquistas, a sua família, os seus amigos, a pessoa na qual você se transformou. Sentir-se grato/a por tudo o que tem e conseguiu.
Pare, Olhe, Observe. Onde você está, o que você faz, como se veste, com quem conversa, o que come, como passa seus momentos de lazer, suas horas de descanso. Tudo é fruto das suas escolhas.
Então, se não está de acordo com alguma dessas coisas, é hora de pensar em mudar. Traçar novos objetivos e as metas para que se realizem de forma a ter mais qualidade de vida, e não só acúmulo de bens.

Inês Hurtado
CRP06/19.519

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Quem controla a SUA Vida?

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É muito comum escutar pessoas reclamando das outras, dizendo que estão insatisfeitos com o que acontece ao seu redor. E a culpa geralmente é atribuída aos outros.
Os outros controlam a sua vida? Mas, por que?
Vivemos em sociedade e não somos autossuficientes, dependemos de inúmeros profissionais para ter os serviços necessários à nossa subsistência e conforto. Assim o lixeiro, o padeiro, o médico e tantos outros desempenham papéis importantes na nossa vida, porém não podem controlar, mas sim auxiliar.
O controle da SUA vida deve estar em suas mãos. Mas como?
Através dos seus valores que vão determinar as suas ações em cada área de atuação: familiar, profissional, intelectual, física, espiritual e financeira.
Parece fácil, mas torna-se difícil na medida que a falta de autoconhecimento leva a pessoa a delegar decisões importantes a outras pessoas.
Assim, o primeiro passo é conhecer-se bem, saber o que realmente deseja e traçar metas para alcançar. Ter oitenta por cento do controle da situação e saber prever os vinte por cento.

O ANO MUDOU, MAS… E VOCÊ?

Tanta expectativa para terminar o ano. Tanta expectativa para que este ano seja melhor!
Ok, o ano mudou, mas… e você?
Sim! Você! Afinal é você que faz as coisas acontecerem na sua vida através das suas escolhas.
O que escutou desde pequeno/a em casa, na escola, nos grupos de amigos, foi ajudando a formar a ideia que você tem a seu respeito. Se as palavras foram de incentivo, elogio e ajuda, ótimo! Assim a sua autoestima está bem e você tem mais êxito na vida. Porém, se sofreu com comentários negativos, antes ou agora, então precisará rever os seus conceitos, porque muito provavelmente, tem mais dificuldades em atingir seus objetivos.

Preste atenção nestas frases:
Não consigo lembrar nada do que aprendo.
Não entendo nada dessa disciplina.
Não consigo, é muito difícil.
Até tentei, mas desisti.
Não sou capaz, me sinto menos que os demais…
Não consigo aprender.
Nunca vou conseguir…
Não tenho tempo…

O cérebro processa essas informações e as armazena como um computador, na memória de longa duração e se transformam nas CRENÇAS LIMITADORAS. Ficam no inconsciente e influenciam as decisões.
São essas crenças que estão no pensamento e dirigem o comportamento.
. Então para que haja mudança, você precisa agir, mudar, repensar, resignificar seus próprios conceitos.
Esta não é uma tarefa fácil de executar sozinho/a, procure ajuda de uma psicóloga e faça este ano SER realmente um ano melhor.

Ser bem sucedido(a)

Há poucos dias fiz uma pergunta aos meus amigos e seguidores do face:
O que é necessário para ser bem sucedido na vida?
Dê sua opinião.

Obtive as seguintes respostas.

-Sonhar sonhos possíveis e ter motivação
-Definir seus objetivos estabelecendo datas
-Conhecer-se muito bem
-Respeitar seus valores
-Adquirir conhecimento e preparar-se para o que deseja realizar
-Ser ético(a)
-Ter resiliência, persistência, fé e dedicação
-Ser honesto consigo e com os outros
-Cuidar da saúde física, mental e espiritual.

Fiquei surpresa com o número de respostas obtidas e a frequência com que muitas se repetiam.
Mas, apesar de todos esses indicadores, algumas pessoas não se sentem vitoriosas.
Se você sente que não alcançou o sucesso, venha para psicoterapia e analisaremos juntos quais as Crenças Limitadoras que o (a) impedem de ser vitorioso(a).

DISTRAÇÃO DIGITAL – VOCÊ SOFRE COM ISSO?

Estava dirigindo na estrada e o carro à frente começou a fazer zigue-zague. Imediatamente aumentei a distância e pensei que talvez o motorista estivesse com sono, dormindo ao volante. Ou talvez, estivesse sob efeito do álcool ou drogas. Mas mudei de faixa e o ultrapassei.então, vi que ele estava distraído usando o celular.
No trabalho, um funcionário que era eficiente, agora já não atua da mesma forma,está menos focado e tem dificuldade de concentrar-se. Quando parece que vai conseguir a concentração necessária, o celular emite um som e pronto, perde o foco no trabalho. Chega a hora do almoço e os colegas saem juntos para almoçar, mas cada um usa o próprio celular para distrair-se enquanto se alimenta. Nem percebem quem está sentado ao lado.
Cada membro da família passa o dia realizando as próprias atividades e quando chegam em casa jantam assistindo a TV e olhando a correspondência, o face ou outras novidades no celular. Novamente se esquecem de dar atenção a quem está ao seu lado.
Na escola os professores travam uma batalha para tornar suas aulas mais atrativas, pois o aprender em sala-de-aula compete com a tecnologia a que os alunos têm acesso nos celulares, Ipod, tv, computador videogame. E são tecnologias que entregam tudo pronto, o aluno só precisa realizar a atividade mecânica de apertar teclas.
E se no jogo tiver que matar ou morrer? Fácil! É só reiniciar! Desaparece assim o senso de realidade – na vida real quem morre morto está e morto fica. Se matou alguém, usurpou dele o direito à vida,cometeu um crime. Isto não é correto nem aceitável. Em excesso, os jogos aumentam a destreza de apertar teclas e botões assim como aumentam a ignorância e a alienação da realidade.
Nas academias acontecem acidentes nos aparelhos, porque as pessoas se distraem usando o celular.
Vejam como o fato não é recente. Segundo uma pesquisa realizada em 2012 e publicada no UOL em 2013, vinte milhões de pessoas perderam seu meio de transporte(ônibus, trem e até avião) por estarem distraídas usando seus celulares.
Vivemos na era digital. Temos acesso à tecnologia que nos prende, fascina e vicia.
Como conviver com tantas informações instantâneas?
Como resistir a tantas mensagens, face, correios, músicas, fotos, sites?
como saber administrar tudo isso?
A resposta é complexa, porém usando o bom senso e estabelecendo prioridades, conseguiremos adequaras nossas tarefas e obrigações com os nossos momentos de curiosidade, satisfação e lazer ao usar a tecnologia.
Se não conseguir, peça ajuda!

Está tudo bem com você?

Por: Inês Hurtado
Quando ouvimos essa pergunta, imediatamente respondemos que sim. Mas, está mesmo?

Vivemos em sociedade e isso tem um custo muito alto. Por não sermos auto-suficientes, dependemos do padeiro, do lixeiro, do médico e de todos que produzem um bem de consumo ou prestam serviços relevantes. Precisamos agendar, esperar, pagar e nem sempre ficamos satisfeitos ou somos bem atendidos.

Desperdiçamos horas de nossa vida parados no trânsito, seja em veículo próprio ou coletivo. Desconforto, demora, cansaço e irritação até chegar ao local de destino.

Quando vamos ao mercado, nos deparamos com o aumento de preços, apesar de que o governo afirma que não há inflação. O salário jamais acompanha a alta dos preços e nosso poder aquisitivo está sempre defasado.

Como se não bastasse, os impostos são caríssimos e não são utilizados para suprir as necessidades dos serviços públicos: saúde, educação, transporte, que estão em decadência ou inexistem.

Mas é no ambiente de trabalho, onde cada um passa mais tempo que em casa, que se travam as maiores disputas. Há sempre alguém que quer ser o centro das atenções e para isso não tem escrúpulos. Há os perfeccionistas, os resistentes a mudanças e tantos outros perfis psicológicos que tornam o dia a dia um verdadeiro teste de resistência.

Ao chegar a casa, pobre do ser humano que lá não encontra acolhida, paz e compreensão para mitigar o cansaço.

E depois de um dia como esse, eu pergunto a você:

– Está tudo bem com você?

Conviver e superar adversidades, a cada momento, exige assertividade e resiliência. A assertividade é a habilidade de expressar o que pensa e sente de maneira clara e direta, sem ofender. Resiliência é a habilidade de se adaptar ao meio.

Quando nossas decisões não são eficientes e nosso comportamento não é adequado, eclodem as doenças.

Somatizamos tudo o que não conseguimos resolver a contento. É como se engolíssemos os problemas e eles fossem parar no estômago, nas costas, na cabeça ou em outra parte do organismo que seja, para nós, mais sensível.

Os consultórios dos médicos estão cheios de pacientes com dores para as quais não se encontram causas físicas. Os exames dizem que não foram detectados problemas. E assim, sem saber o que está acontecendo, a pessoa se sente mal e não consegue achar a solução.

Parar e analisar a sua rotina é fundamental para detectar possíveis causas para o que está sentindo. Se depois que fizer isso, não conseguir encontrar a causa ou, se encontrar a causa e não souber como solucioná-la, procure ajuda especializada.

Estresse – Você ultrapassou seus limites!

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Quando não se respeitam os limites, sejam  físicos ou psíquicos, o  organismo emite um alerta – o estresse.

Esse alerta  diz que a carga de trabalho, responsabilidades e ou  emoções como a ansiedade,  está  acima do limite suportável  do  organismo.  Como resposta a essa sobrecarga, ocorrem desde distúrbios transitórios até as doenças graves e irreversíveis.

Antes se pensava que este era um problema do individuo, hoje se sabe que um funcionário estressado traz prejuízo para a empresa,  devido ao seu baixo rendimento, incapacidade de desempenhar bem a sua função e interagir em grupo. Falta ao trabalho por problemas de saúde desencadeados pelo estresse e dependendo do caso, pode até ficar afastado em tratamento médico, psiquiátrico e psicológico – as conseqüências são físicas, emocionais e mentais.

Como identificar o estresse?

Alguns sintomas são:

Taquicardia, sudorese, falta de concentração, instabilidade emocional, dores de cabeça persistentes, sensação de que tudo é difícil de fazer e que não vai conseguir, insônia e perda de interesse por coisas que antes gostava.

Algumas doenças pré-existentes se intensificam como a fadiga, as doenças respiratórias,  doenças de pele, úlceras, gastrites, colesterol  alto, diabetes, transtornos obsessivos.

Como  tratar o estresse?

O ser humano é formado por corpo – mente –   espírito.  Assim o tratamento deve ser a busca do equilíbrio dessa tríade.

Na psicoterapia através da análise dos fatores que a desencadearam, busca-se uma reformulação da vida e da maneira como ela é entendida.  Estimula-se a prática de esportes, caminhada, exercícios respiratórios, ter  uma religião e a  busca de atividades que tragam bem estar.

Estresse

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O estresse, seja ele de natureza física, psicológica ou social, é composto de um conjunto de reações fisiológicas que se exageradas em intensidade ou duração podem levar a um desequilíbrio no organismo. A reação ao estresse é uma atitude biológica necessária para a adaptação à situações novas.

Um dos primeiros estudos sobre estresse foi realizado em 1936 pelo pesquisador canadense Hans Selye, que submeteu cobaias a estímulos estressores e observou um padrão específico na resposta comportamental e física dos animais.
Selye descreveu os sintomas do estresse sob o nome de Síndrome Geral de Adaptação, composto de três fases sucessivas; alarme, resistência e esgotamento. Após a fase de esgotamento era observado o surgimento de diversas doenças sérias, como úlcera, hipertensão arterial, artrites e lesões miocárdicas.

O estresse pode ser dividido em dois tipos básicos: o estresse crônico e o agudo. O estresse crônico é aquele que afeta a maioria das pessoas, sendo constante no dia a dia mas de uma forma mais suave. O estresse agudo é mais intenso e curto, sendo causado normalmente por situações traumáticas mas passageiras como a depressão na morte de um parente

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