Ser bem sucedido(a)

Há poucos dias fiz uma pergunta aos meus amigos e seguidores do face:
O que é necessário para ser bem sucedido na vida?
Dê sua opinião.

Obtive as seguintes respostas.

-Sonhar sonhos possíveis e ter motivação
-Definir seus objetivos estabelecendo datas
-Conhecer-se muito bem
-Respeitar seus valores
-Adquirir conhecimento e preparar-se para o que deseja realizar
-Ser ético(a)
-Ter resiliência, persistência, fé e dedicação
-Ser honesto consigo e com os outros
-Cuidar da saúde física, mental e espiritual.

Fiquei surpresa com o número de respostas obtidas e a frequência com que muitas se repetiam.
Mas, apesar de todos esses indicadores, algumas pessoas não se sentem vitoriosas.
Se você sente que não alcançou o sucesso, venha para psicoterapia e analisaremos juntos quais as Crenças Limitadoras que o (a) impedem de ser vitorioso(a).

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DISTRAÇÃO DIGITAL – VOCÊ SOFRE COM ISSO?

Estava dirigindo na estrada e o carro à frente começou a fazer zigue-zague. Imediatamente aumentei a distância e pensei que talvez o motorista estivesse com sono, dormindo ao volante. Ou talvez, estivesse sob efeito do álcool ou drogas. Mas mudei de faixa e o ultrapassei.então, vi que ele estava distraído usando o celular.
No trabalho, um funcionário que era eficiente, agora já não atua da mesma forma,está menos focado e tem dificuldade de concentrar-se. Quando parece que vai conseguir a concentração necessária, o celular emite um som e pronto, perde o foco no trabalho. Chega a hora do almoço e os colegas saem juntos para almoçar, mas cada um usa o próprio celular para distrair-se enquanto se alimenta. Nem percebem quem está sentado ao lado.
Cada membro da família passa o dia realizando as próprias atividades e quando chegam em casa jantam assistindo a TV e olhando a correspondência, o face ou outras novidades no celular. Novamente se esquecem de dar atenção a quem está ao seu lado.
Na escola os professores travam uma batalha para tornar suas aulas mais atrativas, pois o aprender em sala-de-aula compete com a tecnologia a que os alunos têm acesso nos celulares, Ipod, tv, computador videogame. E são tecnologias que entregam tudo pronto, o aluno só precisa realizar a atividade mecânica de apertar teclas.
E se no jogo tiver que matar ou morrer? Fácil! É só reiniciar! Desaparece assim o senso de realidade – na vida real quem morre morto está e morto fica. Se matou alguém, usurpou dele o direito à vida,cometeu um crime. Isto não é correto nem aceitável. Em excesso, os jogos aumentam a destreza de apertar teclas e botões assim como aumentam a ignorância e a alienação da realidade.
Nas academias acontecem acidentes nos aparelhos, porque as pessoas se distraem usando o celular.
Vejam como o fato não é recente. Segundo uma pesquisa realizada em 2012 e publicada no UOL em 2013, vinte milhões de pessoas perderam seu meio de transporte(ônibus, trem e até avião) por estarem distraídas usando seus celulares.
Vivemos na era digital. Temos acesso à tecnologia que nos prende, fascina e vicia.
Como conviver com tantas informações instantâneas?
Como resistir a tantas mensagens, face, correios, músicas, fotos, sites?
como saber administrar tudo isso?
A resposta é complexa, porém usando o bom senso e estabelecendo prioridades, conseguiremos adequaras nossas tarefas e obrigações com os nossos momentos de curiosidade, satisfação e lazer ao usar a tecnologia.
Se não conseguir, peça ajuda!

Pais, estilo educativo e personalidade: Problemas de conduta em adolescentes

Niver das gemeas

Pablo García Medina y Enrique Armas Varga – Universidad de La Laguna (Tenerife)

Após estudos realizados com crianças, por 10 anos, de forma longitudinal, Werner, Bierman e French (1971), concluíram que os transtornos de conduta perturbadores –desadaptativos- são causados mais pelo ambiente que por problemas biológicos. Diversos estudos baseados em um enfoque cognitivo e comportamental conseguiram estabelecer muitos dos concomitantes associados a diferentes transtornos caracterizados pela falta de atenção, condutas hiperativas e condutas antissociais (Thomas e Chess, 1977). Sem dúvida, esta área é um domínio no qual as figuras tanto das mães como dos pais adquirem especial relevância. Alguns investigadores como Bradley y Rock (1985) optaram por investigar mais a responsividade dos adultos com o objetivo de poder oferecer mais opções educativas para os desajustes de conduta. Particularmente Bradley e Cladwell (p.ex., 1978, 1984) afirmam que é uma das mais interessantes linhas de trabalho sobre crianças e adolescentes. A linha de investigação que aqui se apresenta, tem como eixo principal a análise das  características de personalidade dos pais e  os diferentes estilos educativos  que empregam  para educar seus filhos. Se estudam algumas dessas características e a sua relação com as descrições utilizadas pela APA (DSM-IV-TR, 2000/2002) para o diagnóstico do TDAH (Transtorno por Déficit de Atenção e Hiperatividade) e o Transtorno de Conduta antissocial. Além disso, uma segunda contribuição consiste em introduzir um protocolo para avaliar a personalidade da criança. Há a hipótese que entre os fatores de personalidade dos pais haja elementos comórbidos ao TDAH e ao Transtorno da Conduta antissocial. Para isso, foi utilizada uma amostragem com algo mais de uma centena de adolescentes (12-17 anos; N=115) voluntários, metade do sexo feminino, metade do sexo masculino. Seus pais, mães e professores descreveram, nos protocolos utilizados, as condutas objetivo. O primeiro contato permitiu concluir que haviam poucas divergências entre os diferentes grupos de adultos na hora de descrever os diferentes tipos de problemas. Em relação com o funcionamento psicológico de pais e mãe, comparado aos anteriores trabalhos (García-Medina y cols., 2002), se pode perceber a presença de certos efeitos associados a um estilo educativo particular e outros relacionados com a personalidade.

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Um dia a gente aprende

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se se expor por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam. E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam. Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

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