O ANO MUDOU, MAS… E VOCÊ?

Tanta expectativa para terminar o ano. Tanta expectativa para que este ano seja melhor!
Ok, o ano mudou, mas… e você?
Sim! Você! Afinal é você que faz as coisas acontecerem na sua vida através das suas escolhas.
O que escutou desde pequeno/a em casa, na escola, nos grupos de amigos, foi ajudando a formar a ideia que você tem a seu respeito. Se as palavras foram de incentivo, elogio e ajuda, ótimo! Assim a sua autoestima está bem e você tem mais êxito na vida. Porém, se sofreu com comentários negativos, antes ou agora, então precisará rever os seus conceitos, porque muito provavelmente, tem mais dificuldades em atingir seus objetivos.

Preste atenção nestas frases:
Não consigo lembrar nada do que aprendo.
Não entendo nada dessa disciplina.
Não consigo, é muito difícil.
Até tentei, mas desisti.
Não sou capaz, me sinto menos que os demais…
Não consigo aprender.
Nunca vou conseguir…
Não tenho tempo…

O cérebro processa essas informações e as armazena como um computador, na memória de longa duração e se transformam nas CRENÇAS LIMITADORAS. Ficam no inconsciente e influenciam as decisões.
São essas crenças que estão no pensamento e dirigem o comportamento.
. Então para que haja mudança, você precisa agir, mudar, repensar, resignificar seus próprios conceitos.
Esta não é uma tarefa fácil de executar sozinho/a, procure ajuda de uma psicóloga e faça este ano SER realmente um ano melhor.

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Ser bem sucedido(a)

Há poucos dias fiz uma pergunta aos meus amigos e seguidores do face:
O que é necessário para ser bem sucedido na vida?
Dê sua opinião.

Obtive as seguintes respostas.

-Sonhar sonhos possíveis e ter motivação
-Definir seus objetivos estabelecendo datas
-Conhecer-se muito bem
-Respeitar seus valores
-Adquirir conhecimento e preparar-se para o que deseja realizar
-Ser ético(a)
-Ter resiliência, persistência, fé e dedicação
-Ser honesto consigo e com os outros
-Cuidar da saúde física, mental e espiritual.

Fiquei surpresa com o número de respostas obtidas e a frequência com que muitas se repetiam.
Mas, apesar de todos esses indicadores, algumas pessoas não se sentem vitoriosas.
Se você sente que não alcançou o sucesso, venha para psicoterapia e analisaremos juntos quais as Crenças Limitadoras que o (a) impedem de ser vitorioso(a).

DISTRAÇÃO DIGITAL – VOCÊ SOFRE COM ISSO?

Estava dirigindo na estrada e o carro à frente começou a fazer zigue-zague. Imediatamente aumentei a distância e pensei que talvez o motorista estivesse com sono, dormindo ao volante. Ou talvez, estivesse sob efeito do álcool ou drogas. Mas mudei de faixa e o ultrapassei.então, vi que ele estava distraído usando o celular.
No trabalho, um funcionário que era eficiente, agora já não atua da mesma forma,está menos focado e tem dificuldade de concentrar-se. Quando parece que vai conseguir a concentração necessária, o celular emite um som e pronto, perde o foco no trabalho. Chega a hora do almoço e os colegas saem juntos para almoçar, mas cada um usa o próprio celular para distrair-se enquanto se alimenta. Nem percebem quem está sentado ao lado.
Cada membro da família passa o dia realizando as próprias atividades e quando chegam em casa jantam assistindo a TV e olhando a correspondência, o face ou outras novidades no celular. Novamente se esquecem de dar atenção a quem está ao seu lado.
Na escola os professores travam uma batalha para tornar suas aulas mais atrativas, pois o aprender em sala-de-aula compete com a tecnologia a que os alunos têm acesso nos celulares, Ipod, tv, computador videogame. E são tecnologias que entregam tudo pronto, o aluno só precisa realizar a atividade mecânica de apertar teclas.
E se no jogo tiver que matar ou morrer? Fácil! É só reiniciar! Desaparece assim o senso de realidade – na vida real quem morre morto está e morto fica. Se matou alguém, usurpou dele o direito à vida,cometeu um crime. Isto não é correto nem aceitável. Em excesso, os jogos aumentam a destreza de apertar teclas e botões assim como aumentam a ignorância e a alienação da realidade.
Nas academias acontecem acidentes nos aparelhos, porque as pessoas se distraem usando o celular.
Vejam como o fato não é recente. Segundo uma pesquisa realizada em 2012 e publicada no UOL em 2013, vinte milhões de pessoas perderam seu meio de transporte(ônibus, trem e até avião) por estarem distraídas usando seus celulares.
Vivemos na era digital. Temos acesso à tecnologia que nos prende, fascina e vicia.
Como conviver com tantas informações instantâneas?
Como resistir a tantas mensagens, face, correios, músicas, fotos, sites?
como saber administrar tudo isso?
A resposta é complexa, porém usando o bom senso e estabelecendo prioridades, conseguiremos adequaras nossas tarefas e obrigações com os nossos momentos de curiosidade, satisfação e lazer ao usar a tecnologia.
Se não conseguir, peça ajuda!

Pais, estilo educativo e personalidade: Problemas de conduta em adolescentes

Niver das gemeas

Pablo García Medina y Enrique Armas Varga – Universidad de La Laguna (Tenerife)

Após estudos realizados com crianças, por 10 anos, de forma longitudinal, Werner, Bierman e French (1971), concluíram que os transtornos de conduta perturbadores –desadaptativos- são causados mais pelo ambiente que por problemas biológicos. Diversos estudos baseados em um enfoque cognitivo e comportamental conseguiram estabelecer muitos dos concomitantes associados a diferentes transtornos caracterizados pela falta de atenção, condutas hiperativas e condutas antissociais (Thomas e Chess, 1977). Sem dúvida, esta área é um domínio no qual as figuras tanto das mães como dos pais adquirem especial relevância. Alguns investigadores como Bradley y Rock (1985) optaram por investigar mais a responsividade dos adultos com o objetivo de poder oferecer mais opções educativas para os desajustes de conduta. Particularmente Bradley e Cladwell (p.ex., 1978, 1984) afirmam que é uma das mais interessantes linhas de trabalho sobre crianças e adolescentes. A linha de investigação que aqui se apresenta, tem como eixo principal a análise das  características de personalidade dos pais e  os diferentes estilos educativos  que empregam  para educar seus filhos. Se estudam algumas dessas características e a sua relação com as descrições utilizadas pela APA (DSM-IV-TR, 2000/2002) para o diagnóstico do TDAH (Transtorno por Déficit de Atenção e Hiperatividade) e o Transtorno de Conduta antissocial. Além disso, uma segunda contribuição consiste em introduzir um protocolo para avaliar a personalidade da criança. Há a hipótese que entre os fatores de personalidade dos pais haja elementos comórbidos ao TDAH e ao Transtorno da Conduta antissocial. Para isso, foi utilizada uma amostragem com algo mais de uma centena de adolescentes (12-17 anos; N=115) voluntários, metade do sexo feminino, metade do sexo masculino. Seus pais, mães e professores descreveram, nos protocolos utilizados, as condutas objetivo. O primeiro contato permitiu concluir que haviam poucas divergências entre os diferentes grupos de adultos na hora de descrever os diferentes tipos de problemas. Em relação com o funcionamento psicológico de pais e mãe, comparado aos anteriores trabalhos (García-Medina y cols., 2002), se pode perceber a presença de certos efeitos associados a um estilo educativo particular e outros relacionados com a personalidade.

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Um dia a gente aprende

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se se expor por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam. E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam. Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

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