Simpósio Internacional “Os transtornos do Humor e seu Espectro” Institudo de Psiquiatria do HC

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Ensine seus filhos a comer de forma saudável

Uma boa dieta é uma das melhores formas de manter-nos saudáveis e em  forma. Se queremos que nossos filhos tenham uma alimentação correta durante sua vida adulta,  devemos educá-los desde os primeiros anos de vida. Sem dúvida, as refeições  em família são a oportunidade  perfeita  para desenvolver em nossos filhos uma atitude  saudável e uma correta alimentação. 160

Procure planejar pelo menos uma refeição  em família todos os dias. Se não podem almoçar todos juntos, pelo  menos tente que se reunir na hora do café da manhã ou na hora da janta. Um ponto básico é ter certeza de que nossa família  está  se alimentando de forma nutritiva (nada melhor que o exemplo para ensinar a alimentar-se de forma saudável).

Se o seu filho está acima do peso procure preparar comidas saudáveis para toda a família e  não unicamente para ele . Assim se estabelecerá um ambiente positivo e de apoio.  Tente realizar as refeições em horários regulares. Dessa forma evitará que as crianças terminem comendo snacks pouco saudáveis e ricos em calorias.

Ensine seus filhos a comer sentados à mesa, e não  diante do  computador ou da televisão. Além disso, . procure não restringir a comida. Isso pode causar um sentimento negativo de castigo ou abandono. Qualquer dieta restritiva deve ser feita sob a orientação  de um profissional da saúde. A comida nunca deve ser utilizada para premiar, consolar ou castigar.

Ensine seu filho  a comer lentamente. Como fazê-lo? Em primeiro  lugar ensine a apoiar o garfo no prato, entre uma garfada e outra.Ele deve mastigar bem o alimento antes de ingeri-lo. Só então, poderá por na boca a outra garfada. Se ao terminar,  seu filho quer repetir, faça-o  esperar durante cinco minutos para comprovar se ainda está com fome. O  segundo prato não deve ser mais da metade do primeiro.

Obesidade e asma

As doenças e problemas do organismo associados a obesidade, são múltiplos. Na lista estão a diabetes, os problemas cardiovasculares e a asma.
As pessoas obesas tem maior propensão a desenvolver asma , e de piorar a doença, se comparadas a outras com peso regular.
A asma é uma doença inflamatória crônica dos brônquios que causa:
a) Resposta exagerada dos brônquios a muitos estímulos do meio ambiente, como fumaça, pó, pólem, pelos de animal,infecções respiratórias, frio, umidade, exercício físico; ou aos alimentos, por exemplo:leite de vaca, amendoim, trigo, nozes, etc.
b) Essa resposta exagerada provoca os sintomas da doença: tosse, que pode ser seca ou com catarro, vômitos, chiados no peito (sibilância), sensação de falta de ar, fadiga ou agitação e sensação de aperto no peito.
A causa dos sintomas:
a) Contração dos músculos ao redor dos brônquios.
b) Espessamento das paredes internas dos brônquios.
c) Aumento da produção de muco
d) Espessamento do muco
Níveis de controle da asma:
a) Controlada
Nesse nível, os sintomas diurnos podem ocorrer até duas vezes por semana. A asma não limita as atividades físicas e não ocasiona sintomas ou despertares noturnos. Além disso, não necessita de tratamentode resgate e a função pulmonar é normal.
b) Parcialmente Controlada
Os sintomas diurnos ocorrem mais de duas vezes por semana; as atividades físicas tornam-se limitadas e a doença acarreta sintomas e despertares noturnos. Podem se necessários medicamentos de resgate mais de duas vezes por semana e o paciente pode apresentar uma ou mais exacerbações ao ano.
c) Não Controlada
Apresenta três ou mais características da asma parcialmente controlada, no espaço de uma semana.
Além disso, o paciente pode ter uma exacerbação por semana.

Há pesquisas que demonstram que oito em cada dez pacientes com asma também sofrem de rinite alérgica.

Assim, é fundamental que haja um controle do peso no intuito de minimizar ou mesmo prevenir o aparecimento da asma.

Fontes de pesquisa
Folder: Merck Sharp & Dohme
Site: Vivirsalud.com

Comorbidades da obesidade

A palavra comorbidade, é usada para definir as doenças que aparecem ou se intensificam com a obesidade.

Muitas vezes, são tratados como se fossem problemas isolados e independentes, quando na realidade, tem seu surgimento ou agravamento devido ao acúmulo de peso e gordura no organismo.

São eles:

Problemas Médicos
• Diabetes
• Lesões de ossos e articulações
• Colecistite calculosa
• Hemorróidas
• Dispnéia e cansaço
• Angina e infarto
• Câncer de ovário, mama, útero, próstata, vesícula biliar e cólon
• Hipertensão arterial sistêmica
• Artrite degenerativa
• Varizes e úlceras varicosas
• Apnéia do sono
• Ronco
• AVC (Acidente Vascular Cerebral)
• Risco de acidentes

Problemas Sociais
• Limitação das atividades pessoais, inclusive higiene
• Dificuldade para encontrar roupas
• Limitação de acesso a assentos, catracas, poltronas, portas, brinquedos nos parques de       diversões,
• Restrição a atividades físicas
• Problemas na relação sexual

Problemas no Trabalho
• Dificuldade para conseguir trabalho
• Dificuldade para progredir no trabalho
• Dificuldade para ter seguro médico
• Gasto elevado com tratamento de doenças

Problemas Emocionais
• Depressão
• Neurose
• Suicídio
• Isolamento
• Sentimento de culpa

 

Quando o paciente obeso chega ao consultório, geralmente está preocupado com o seu padrão estético e não sabe a enorme quantidade de doenças que advém da obesidade.

É papel de todo profissional, seja ele médico, psicólogo ou nutricionista, alertar o paciente e ajudá-lo no processo de conscientização e busca de equilíbrio físico e psicológico, visando definir as  metas a atingir para recobrar a saúde.

Notícias sobre Alzheimer

por Inês Hurtado

Numerosas ações de sensibilização foram realizadas na França para celebrar a 16ª Jornada Mundial contra o Alzheimer, com a preocupação em especial nos acompanhantes dos afetados por esta doença.

Mesas redondas, projeções de filmes, jogos de futebol, concursos de pintura e conferências de informação, entre outras atividades, foram realizadas em todo o país para chamar a atenção sobre a doença.

Este mal que afeta mais de 25 milhões de pessoas em todo o mundo e umas 850 mil nesse país deixa também seqüelas físicas e psicológicas importantes no entorno de quem padece, segundo dados da associação France Alzheimer.

Na França, 70 por cento dos enfermos vivem em seu domicilio e são assistidos por um familiar próximo, por isso, foram homenageados e decidiu-se chamar a atenção do público sobre as condições de vida desses familiares.

O cuidador, como é chamada a pessoa que cuida do doente, tem que acompanhar o doente em todos os momentos, e a responsabilidade e cansaço aumentam , de acordo com a evolução da doença. Geralmente, o doente fica a cargo de um único parente. É uma medida inadequada.

É infinitamente mais difícil, cuidar de um parente que de um estranho. Isso ocorre porque há o envolvimento emocional. O pai ou marido que ficou doente deixa de ser a pessoa que sempre foi, e passa a ser como um estranho, mas que, às vezes, se comporta como o pai ou marido que foi.

Os sentimentos de perda, a tristeza de ver o ente querido transformando-se física e psicologicamente é um fardo muito pesado. O sofrimento, por saber que não há cura e que a doença é degenerativa e pouco ou quase nada se pode fazer, causa um sentimento de impotência e desesperança.

Deve ser feito um trabalho de revezamento, onde o cuidador tenha tempo para descansar e cuidar de seus próprios interesses.

As pessoas que cuidam de doentes se cansam e estressam, passam a gritar com o doente, ter raiva da situação e acabam ficando doentes.

Quando não há com quem revezar, o ideal é colocar o paciente em uma casa de repouso, onde existam pessoas habilitadas para cuidá-lo.

Dias atrás, investigadores de Grã-Bretanha e França identificaram três novos genes cuja atividade aumenta o risco de desenvolver este mal. Dois deles, denominados clusterina (o CLU) y PICALM, foram descritos pelos ingleses, e o terceiro, denominado Receptor Complementar 1 (o CR1), pelos franceses. De acordo com os cientistas, se conseguirem neutralizar os efeitos desses genes, se poderia prevenir milhões de casos a cada ano.

Alzheimer: Qual é a realidade atual?

Escrito por Rafaela Vivirsalud.com

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que tem como conseqüência a deterioração cognitiva, assim como a mudança de comportamento.

Uma das características mais importantes é a perda progressiva da memória, da linguagem e da orientação.

De acordo com “Alzheimer’s Disease International“, um grupo mundial de associações que estuda a doença, o problema está crescendo cada vez mais rápido nos países com menor poder aquisitivo. Nesses países, existe pouca capacidade para diagnosticar ou ajudar as pessoas com demência. As estatísticas são alarmantes, em torno de 35,6 milhões de pessoas em todo o mundo serão portadores de demência em 2010. “Esta cifra quase se duplicará a cada 20 anos, a 65,7 milhões em 2030 e 115,4 milhões em 2050”.

Atualmente existem poucos tratamentos para essa doença. Os medicamentos reduzem alguns dos sintomas, mas ao longo do tempo, os afetados perdem a memória e a capacidade de compreender a realidade que os rodeia.

Por esse motivo, o relatório da “Alzheimer’s Disease International” inclui um pedido aos governos para declarar a demência como uma prioridade na saúde. Além de priorizar o desenvolvimento de estratégias com o objetivo de atender a população afetada por esse mal.

Pais, estilo educativo e personalidade: Problemas de conduta em adolescentes

Niver das gemeas

Pablo García Medina y Enrique Armas Varga – Universidad de La Laguna (Tenerife)

Após estudos realizados com crianças, por 10 anos, de forma longitudinal, Werner, Bierman e French (1971), concluíram que os transtornos de conduta perturbadores –desadaptativos- são causados mais pelo ambiente que por problemas biológicos. Diversos estudos baseados em um enfoque cognitivo e comportamental conseguiram estabelecer muitos dos concomitantes associados a diferentes transtornos caracterizados pela falta de atenção, condutas hiperativas e condutas antissociais (Thomas e Chess, 1977). Sem dúvida, esta área é um domínio no qual as figuras tanto das mães como dos pais adquirem especial relevância. Alguns investigadores como Bradley y Rock (1985) optaram por investigar mais a responsividade dos adultos com o objetivo de poder oferecer mais opções educativas para os desajustes de conduta. Particularmente Bradley e Cladwell (p.ex., 1978, 1984) afirmam que é uma das mais interessantes linhas de trabalho sobre crianças e adolescentes. A linha de investigação que aqui se apresenta, tem como eixo principal a análise das  características de personalidade dos pais e  os diferentes estilos educativos  que empregam  para educar seus filhos. Se estudam algumas dessas características e a sua relação com as descrições utilizadas pela APA (DSM-IV-TR, 2000/2002) para o diagnóstico do TDAH (Transtorno por Déficit de Atenção e Hiperatividade) e o Transtorno de Conduta antissocial. Além disso, uma segunda contribuição consiste em introduzir um protocolo para avaliar a personalidade da criança. Há a hipótese que entre os fatores de personalidade dos pais haja elementos comórbidos ao TDAH e ao Transtorno da Conduta antissocial. Para isso, foi utilizada uma amostragem com algo mais de uma centena de adolescentes (12-17 anos; N=115) voluntários, metade do sexo feminino, metade do sexo masculino. Seus pais, mães e professores descreveram, nos protocolos utilizados, as condutas objetivo. O primeiro contato permitiu concluir que haviam poucas divergências entre os diferentes grupos de adultos na hora de descrever os diferentes tipos de problemas. Em relação com o funcionamento psicológico de pais e mãe, comparado aos anteriores trabalhos (García-Medina y cols., 2002), se pode perceber a presença de certos efeitos associados a um estilo educativo particular e outros relacionados com a personalidade.

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Obesidade Infantil

Por  Inês Hurtado

A obesidade infantil preocupa as autoridades em todo o mundo.

 Na Espanha, a Federación de Organismos de Radio y Televisión Autonómicos (FORTA) e a Unión de Televisores Comerciales (UTECA), firmaram um compromisso com o Ministério da Saúde para trabalhar em projetos de combate a obesidade infantil.

 As emissoras de radio e televisão se comprometem a diminuir os anúncios publicitários, de produtos pouco saudáveis, para os menores de 12 anos.  Além disso, devem fazer anúncios que incentivem uma alimentação equilibrada, durante o horário infantil.

 Os anunciantes e as emissoras que não cumpram o acordo serão penalizados, e as multas poderão ir de 6.000 a 180.000 euros.

 No México, se a tendência continuar aumentando, em 2018 o país poderá ter a maior taxa de obesidade infantil do mundo, superando assim os estados Unidos.

 No Brasil, a preocupação surge também nas classes menos favorecidas, onde a opção mais prática, rápida e barata de alimentação não é nada saudável.

 Cabe a nós todos, que fazemos parte da sociedade, tomar medidas visando à diminuição desse problema.

 As famílias devem conversar com os filhos e mudar o cardápio, inserindo mais frutas nos lanches e após as refeições.

 Na escola, a direção, os pais e os donos de cantina, devem se reunir e determinar o que é bom para a saúde das crianças e adolescentes. 

Este tema deve ser conscientemente estudado, uma vez que ser criança hoje é muito diferente de ser criança há 20 ou 30 anos.

 Antigamente as crianças brincavam na rua de esconde – esconde queimada, barra-manteiga, pular corda, roda, corrupio, mãe da rua, pega-pega… corriam, pulavam e gastavam muita energia. Se as mães não chamassem para tomar um lanche, ou pelo menos um suco, ninguém sentia falta. Quando as mães chamavam dizendo que era hora de entrar e tomar banho, era aquela tristeza, ter que despedir-se dos amigos, tomar banho, jantar e ver televisão… que tédio! 

Hoje, passam horas sentadas diante da TV, do videogame ou do computador, sozinhos, ao mesmo tempo em que ingerem produtos deliciosos ao paladar, mas pouco ou nada saudáveis

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Um dia a gente aprende

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se se expor por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam. E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam. Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

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Obesidade – Doença do Nosso Século

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A obesidade  deixou de ser vista apenas como um complexo e fator de discriminação social.

Ela é uma doença que traz riscos maiores para a saúde. Ela propicia o surgimento, desenvolvimento e agravamento de  problemas ortopédicos, varizes,  insuficiência cardíaca, diabetes do tipo 2, insuficiência respiratória, etc.

. É uma doença crônica, com uma grande prevalência nos países desenvolvidos, afetando pessoas de todas as idades, reduz a qualidade de vida e tem elevadas taxas de morbidade e mortalidade.

Estima-se que, em 2025, 50% da população mundial será obesa, a doença é considerada epidemia do século. XXI.

Nas últimas décadas tem havido no Brasil, para um progresso econômico e social. Este curso tem tido um grande impacto nas condições de vida da população. Em primeiro lugar, a melhoria das condições de vida e acesso aos cuidados de saúde tem vindo a aumentar expectativa de vida, que atinge, hoje, a 75,8 anos para homens e mulheres para 74,4 anos em média. Além disso, o sedentarismo e o livre acesso aos alimentos de alto teor calórico provocaram um franco aumento dos índices de obesidade na população. “.
Segundo a OMS, a obesidade atinge 7% da população mundial enquanto 14-20% apresentam sobrepeso. Estima-se que 38% da população brasileira adulta está acima do peso (> 25 kg/m2), com maior incidência entre as mulheres.

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TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade

por Simaia Sampaio

Hoje é sabido que a ocorrência de ADD (do inglês: Attention Déficit Disorder) está muitas vezes relacionada a problemas durante a gravidez e parto.

Sua origem é genética e seus portadores apresentam uma taxa menor de dopamina, um neurotransmissor responsável pelo controle motor e atenção, tendo como conseqüência a falta de concentração, característica primordial do hiperativo, e o esquecimento daquilo que lhe é pedido.

HIPERATIVIDADE

Para caracterizar um hiperativo é importante se levar em conta o tempo que a criança começou a apresentar os sintomas. Segundo o DSM IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) os sintomas deverão ser ininterruptos e com duração mínima de seis meses sem limitar-se a apenas uma situação.

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Estresse

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O estresse, seja ele de natureza física, psicológica ou social, é composto de um conjunto de reações fisiológicas que se exageradas em intensidade ou duração podem levar a um desequilíbrio no organismo. A reação ao estresse é uma atitude biológica necessária para a adaptação à situações novas.

Um dos primeiros estudos sobre estresse foi realizado em 1936 pelo pesquisador canadense Hans Selye, que submeteu cobaias a estímulos estressores e observou um padrão específico na resposta comportamental e física dos animais.
Selye descreveu os sintomas do estresse sob o nome de Síndrome Geral de Adaptação, composto de três fases sucessivas; alarme, resistência e esgotamento. Após a fase de esgotamento era observado o surgimento de diversas doenças sérias, como úlcera, hipertensão arterial, artrites e lesões miocárdicas.

O estresse pode ser dividido em dois tipos básicos: o estresse crônico e o agudo. O estresse crônico é aquele que afeta a maioria das pessoas, sendo constante no dia a dia mas de uma forma mais suave. O estresse agudo é mais intenso e curto, sendo causado normalmente por situações traumáticas mas passageiras como a depressão na morte de um parente

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