Medo de falar em público

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1 – Se na hora de:

– apresentar trabalhos na escola

– apresentar trabalhos na faculdade

– expor suas idéias aos colegas de trabalho

– explicar seu ponto de vista ao chefe

– apresentar os resultados de sua equipe de trabalho a todos da empresa

– fazer seminários

– defender uma tese

– dar uma palestra

– ministrar um curso…

2 – Aparecem  alguns  sintomas como:

– rubor nas faces

– suor abundante

– palpitações

– tremores nas pernas e na voz

– lapsos de memória

– gagueira

– preferem faltar  no dia a enfrentar a situação…

3 – Você está entre as pessoas que tem medo de falar em público, ou até podemos substituir  o termo por:  PAVOR DE FALAR EM PÚBLICO.

O estar em evidência  desencadeia  –   ANSIEDADE.

A ansiedade está ligada a importantes fatores como:

Inibição →  gerada pelo  →  Medo de ser julgado por dizer algo incorreto ou que não agrade, que por sua vez advém de  →  Experiências passadas negativas associadas a  →  Baixa autoestima   e →  Pensamentos Negativos  do tipo – “Eu não vou conseguir …”.

4 – Na Psicoterapia, ao reviver os fatos do passado, a pessoa percebe que sofreu ao ouvir  de pessoas que lhe eram importantes,  palavras que a tolheram em sua capacidade de expressão. Muitas vezes ditas sem que essas pessoas percebessem o mal que estavam causando. Exemplos  na família:”Fica quieto que você não entende nada disso, sai e vai brincar. Você só fala besteira”.

Exemplos na escola: Os colegas dizem que a voz da pessoa é de pato, é alta, é irritante, é baixa, é feia, é esquisita, etc… Ou então: “Você não vai apresentar o trabalho do grupo, porque não sabe nem  falar direito, nem explicar!”

São vivências negativas que modificam a percepção que a pessoa tem de si próprio. Ficam no inconsciente e geram pensamentos automáticos negativos do tipo: ” Eu sou incompetente.” “Nunca vou ser capaz.”

É importante ressaltar que elas são negativas, porque foram ditas  por pessoas que, naquele momento, eram de alguma forma importantes para a pessoa que sofreu a crítica negativa. Do contrário, essas críticas cairiam no esquecimento e não influiriam na autoimagem.

Há outro fator que modifica a situação acima. São as características de personalidade e os mecanismos que a pessoa dispõe no momento. Exemplo: Para algumas pessoas, essas críticas negativas se transformam em desafios a vencer.

Procurar ajuda é o primeiro passo a ser dado quando se quer vencer uma dificuldade. É sinal que algo não está bem, incomoda e por isso, deve ser mudado.

É através da psicoterapia que essas vivências negativas se tornam conscientes, são analisadas e reavaliadas  em valor e importância.  Assim mudando o valor a ela atribuído, a crença que antes era tida como verdadeira, deixa de ser.

Na  Terapia Cognitivo-Comportamental , há técnicas que ajudam a interpretar e transpor as barreiras autolimitadoras, ajudando na construção de uma nova autoimagem  e na melhora da autoconfiança.  A pessoa deixa de  “se deixar conduzir”  e passa a conduzir sua vida de uma maneira melhor.

A pessoa  que supera seus bloqueios está apta a receber críticas e analisá-las, extraindo delas lições que a ajudarão a melhorar e crescer cada vez mais.  São pessoas que conhecem seu potencial,  confiantes da sua capacidade de ser feliz e comemorar as suas conquistas.

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